Vice-presidente de futebol, Emerson Barbosa, afirma que atua com "colaboradores" para gerenciar crise; nomes, por ora, não serão divulgados
O Náutico ainda não tem uma nova diretoria de futebol. Pelo menos não oficialmente. Frente às negativas iniciais de alguns alvirrubros convocados pelo novo vice-presidente de futebol, Emerson Barbosa, para comporem o grupo que ficará à frente do setor carro-chefe do clube, o Timbu está sendo administrado temporariamente por um grupo de colaboradores que, por ora, não será identificado.
É uma situação momentânea, garante o gestor anunciado na última quarta-feira. A finalidade é uma só: gerenciar a crise que assola o Náutico - que vive um cenário de escassez financeira e salários atrasados. Sendo assim, Emerson Barbosa segue como nome único na direção. Chefe de si mesmo. Paciente e focado no objetivo de gerenciar a crise dentro do clube, o dirigente se mostrou otimista em conseguir reunir lideranças a fim de salvar o ano alvirrubro.
“Neste momento, estou muito focado em reunificar as forças políticas do clube. Estou muito dedicado a ter uma retaguarda de trabalhando no operacional. Entendo o momento das pessoas diante da turbulência do clube, que também está em um ano eleitoral. Estou deixando as pessoas ‘a cavalheiros’ e elas estão indo até onde podem ajudar. Ideia inicial seria ter uma diretoria já com o corpo tomado, anunciada. O modelo que entendo são com três diretores para tornar as decisões mais ágeis. Mas esse grupo de trabalho está me dando suporte, mesmo que oficialmente só haja meu nome, mas coisas estão andando com esses vários colaboradores”, detalhou Barbosa.
Passado esse primeiro momento dito “emergencial”, o vice-presidente de futebol quer oficializar os nomes da diretoria e seguir o trabalho visando à Série B. Por enquanto, porém, não há prazo para que a definição seja tomada.
“Essa diretoria de agora é para um momento emergencial, de gerenciamento de crise. Em um momento como esse, não se consegue o ideal, que seria, no meu entendimento, a efetivação dessas pessoas. Mas o clube está passando por um momento de reformulação na parte administrativa e estamos dando esse tempo. Não faz nem uma semana que assumi o cargo e não é trazendo ansiedade que vamos solucionar as coisas. A preocupação existe em compor a parte política e conseguir captação os recursos. Estamos trabalhando muito. Desde que assumi o cargo, tenho dormido quatro horas por noite”, revelou.
“Neste momento, estou muito focado em reunificar as forças políticas do clube. Estou muito dedicado a ter uma retaguarda de trabalhando no operacional. Entendo o momento das pessoas diante da turbulência do clube, que também está em um ano eleitoral. Estou deixando as pessoas ‘a cavalheiros’ e elas estão indo até onde podem ajudar. Ideia inicial seria ter uma diretoria já com o corpo tomado, anunciada. O modelo que entendo são com três diretores para tornar as decisões mais ágeis. Mas esse grupo de trabalho está me dando suporte, mesmo que oficialmente só haja meu nome, mas coisas estão andando com esses vários colaboradores”, detalhou Barbosa.
Passado esse primeiro momento dito “emergencial”, o vice-presidente de futebol quer oficializar os nomes da diretoria e seguir o trabalho visando à Série B. Por enquanto, porém, não há prazo para que a definição seja tomada.
“Essa diretoria de agora é para um momento emergencial, de gerenciamento de crise. Em um momento como esse, não se consegue o ideal, que seria, no meu entendimento, a efetivação dessas pessoas. Mas o clube está passando por um momento de reformulação na parte administrativa e estamos dando esse tempo. Não faz nem uma semana que assumi o cargo e não é trazendo ansiedade que vamos solucionar as coisas. A preocupação existe em compor a parte política e conseguir captação os recursos. Estamos trabalhando muito. Desde que assumi o cargo, tenho dormido quatro horas por noite”, revelou.
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