segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Jogo dos sete erros: o planejamento que derrubou o Tupi-MG na Série B



Ano que deveria servir para reestruturar o clube passa em branco e não tem impacto esperado na história carijó. GloboEsporte.com elenca causas do rebaixamento


Ninguém disse que 2016 seria um ano fácil para o Tupi-MG. Aliás, há muito tempo a palavra facilidade passa longe de Santa Terezinha. Porém, depois da promoção à Série B do Campeonato Brasileiro, em outubro de 2015, muita gente acreditou no discurso de que o acesso seria a chave para a mudança, a reestruturação e a afirmação alvinegra no cenário do futebol nacional. Nada disso aconteceu. Pouco mais de um ano depois de chegar à Série B, o Tupi-MG se despede da competição com as mãos vazias e sem ter o que comemorar, nem dentro, nem fora de campo.
O rebaixamento para a terceira divisão nacional, decretado nesse sábado, foi se desenhando com uma sucessão de acontecimentos, que surgiram por culpa ou pela incapacidade do clube em evitá-los. O GloboEsporte.com tentou elencar as razões para explicar a derrocada carijó. No "jogo dos sete erros" do Tupi-MG, a palavra "planejamento" foi retirada do tabuleiro, e a brincadeira não acabou bem, nem para o clube, nem para os torcedores alvinegros.
1 - CINCO TREINADORES EM UMA TEMPORADA 

Daí em diante, nomes de grife vieram, mas não conseguiram implantar a filosofia de trabalho em Santa Terezinha. Afinal, nem tanto tempo para isso eles tiveram. Ricardo Drubscky, campeão da Série D do Brasileiro em 2011, salvou a equipe da queda no Campeonato Mineiro, mas só teve sete jogos da Série B até ser sacado do comando técnico. Estevam Soares o substituiu, comandou a equipe durante um turno inteiro, fez o time jogar bem e foi quem mais se aproximou de tirar a equipe do Z-4. Por divergências internas, acabou demitido, dando lugar a Ricardinho, que teve nove jogos pela frente. Por não concordar com a maneira como o elenco vinha se portando em treinos e jogos, o treinador pediu o boné e deu lugar ao auxiliar permanente, Júlio Cirico.O Tupi-MG demorou duas semanas para rasgar as primeiras páginas de seu planejamento para 2016. Após encerrar sua participação na Série C, sendo eliminado pelo Londrina, em novembro de 2015, o clube não renovou com Leston Júnior e passou a procurar o homem que seria o responsável pela montagem do elenco. Não demorou muito, e Júnior Lopes foi anunciado. Um mês e meio depois e com apenas dois jogos no comando carijó, o treinador já estava demitido e toda a pré-temporada feita em Juiz de Fora não valeu muita coisa.
Com tantos nomes e trocas no comando, nenhuma filosofia de trabalho foi assimilada e as contratações pedidas por um treinador não foram tão bem aproveitadas assim pelo seguinte. Sem contar que, até o técnico que acabara de assumir conhecer o elenco e conseguir resultados, pontos já haviam sido deixados pelo caminho, comprometendo a campanha na Segundona.
2 - GESTÃO DO FUTEBOL: MUDANÇA E GUERRA POLÍTICA
Durante 2016, o Tupi-MG teve dois homens responsáveis por gerir o futebol. Todo o planejamento e montagem do elenco para a temporada foram feitos por Cloves Santos, que montou a equipe que conseguiu o acesso em 2015. Porém, desde os últimos meses do último ano, a relação entre ele e a presidente Myriam Fortuna e seus pares não era das melhores, fato que culminou na saída do dirigente antes mesmo do término do Campeonato Mineiro. Daí em diante Cloves deixou de ser diretor de futebol e passou a fazer oposição a Myriam Fortuna. As eleições estavam programadas para este ano, mas em razão de um imbróglio jurídico, o pleito ainda não ocorreu.
No meio do caos, com o time precisando se livrar do rebaixamento no Estadual e com a missão de remodelar o elenco para a Série B, com novas contratações pedidas por Ricardo Drubscky, Gustavo Mendes chegou a Juiz de Fora, precisou conhecer o clube, as dificuldades orçamentárias e a mentalidade da diretoria. De imediato, o gerente de futebol e a cúpula carijó, de uma maneira geral, passaram a trabalhar em cima dos contratos de atletas que não estavam nos planos e tinham compromissos mais longos. Isso gerou custo para o clube, fosse na rescisão (caso do meia William Kozlowski), ou no pagamento de parte do salário em caso de empréstimo (situação específica do lateral-direito Osmar, que tinha boa relação com Cloves Santos, foi emprestado ao Volta Redonda e teve entre 60% e 70% dos vencimentos pagos pelo Galo Carijó).
Após arrumar a casa, Mendes e o clube tiveram dificuldades para repor as saídas de atletas importantes, de jogadores como o zagueiro Heitor e o volante Rafael Jataí. O clube se virou com o que tinha nos cofres, trouxe os experientes Gabriel Santos e Renan, mas não teve condições de trazer reforços de peso para a disputa da competição.
Na base da criatividade, alguns atletas, como o meia Octávio, em baixa no Botafogo, vieram por empréstimo. Outros jogadores, como o volante Fahel, ex-Botafogo e Bahia, o meia Mancini, ex-Atlético-MG e Inter de Milão (ITA), e o meia Edno, ex-Botafogo e Portuguesa, chegaram a ser oferecidos ao clube, que não tinha condições de bancar os salários dos atletas e escolheu ir por outros caminhos na montagem do elenco.
3 - LESÕES: PREJUÍZO TÉCNICO E FINANCEIRO 
Sidimar Tupi-MG (Foto: Bruno Ribeiro)Sidimar se lesionou em abril (Foto: Bruno Ribeiro)
Um time que disputa uma competição de regularidade precisa estar preparado para eventualidades, como lesões. Porém, o Tupi-MG não conseguiu repor as saídas de determinados jogadores por questões médicas. Em abril, o Galo perdeu o zagueiro Sidimar, que foi um dos destaques do Alvinegro na Série C de 2015. O jogador, que escolheu vir para o Tupi-MG no início do ano em vez de assinar um contrato de dois anos com o Atlético-MG, sofreu uma lesão no joelho e não voltou mais a jogar em 2016.
Outro atleta que era titular e se machucou foi Filippe Formiga. O lateral-direito sofreu uma fratura na perna direita na derrota para o Londrina, no dia 4 de junho, no Estádio do Café. O atleta também não atuou na sequência da temporada. Mais um que abandonou os campos em 2016 foi o zagueiro Hélder, também uma ruptura de ligamentos do joelho direito. O Tupi-MG precisou arcar com os direitos de imagem dos jogadores, sem poder utilizá-los no restante da segunda divisão.
4 - ORÇAMENTO
Alguns torcedores do Tupi-MG acreditaram na ilusão de que os mais de R$ 5 milhões da cota de televisão seriam suficientes para montar um elenco cascudo, capaz de seguir na segunda divisão nacional. No entanto, a captação de parceiros seria ação fundamental para conseguir custear a formação do grupo para 2016. O momento financeiro do país não ajudou e, além de não captar grandes patrocinadores, o Carijó conseguiu perder o principal parceiro privado.
A MRS Logística tinha uma parceria de quase dez anos com o time de Juiz de Fora. Mesmo tendo reduzido seu aporte financeiro nos últimos anos para o Galo, a verba para custear as despesas do futebol era bem-vinda em Santa Terezinha. Após o fim do contrato, no início do ano, o time demorou a conseguir um substituto para o espaço nobre na camisa. O Plasc, empresa de planos de saúde, acertou contrato de um ano com o Carijó, a partir de julho. O elenco, no entanto, já estava montado, e o Tupi-MG teve dificuldades para ir ao mercado e trazer jogadores de qualidade para reforçar o grupo.
5 - CADÊ O MARKETING?
Quem nasceu primeiro: o ovo ou a galinha? A analogia não é das melhores, mas serve para discutir as razões dos baixos públicos do Tupi-MG na temporada 2016. Será que o público não abraçou o Galo na Série B ou o Alvinegro não fez com que o público sentisse vontade de ir ao Mário Helênio? A questão é que, do ponto de vista do marketing, as ações para atrair os torcedores ao estádio não tiveram êxito.
Algumas promoções pontuais, como gratuidade para mulheres, vestidas com a camisa do Tupi-MG ou não, foram tentadas, assim como promoções de chute a gol do meio-campo valendo brindes. Porém, nenhuma intervenção como chamadas na TV aberta, redução do preço de ingressos e outras tentativas para aproximar o público do Carijó foi colocada em prática.
Segundo levantamento feito pelo GloboEsporte.com, o Tupi-MG tem a 18ª colocação na média de ocupação de estádios, com 1.290 torcedores por partida. A mostra disso aparece no ranking de públicos da competição nacional. Dos cinco jogos que tiveram menos público na Série B, quatro deles tiveram o Tupi-MG como mandante.
Além disso, o Galo é o quinto que menos arrecadou na competição, com pouco mais de R$ 595 mil de renda bruta. E olha que o preço médio do ingresso do clube foi um dos mais caros da Série B, custando R$ 25. Só os bilhetes para jogos do Vasco, que tinham valor médio de R$ 34, eram superiores.
6 - DEMISSÃO DE ESTEVAM SOARES
O único momento em que o Tupi-MG deu mostras de que poderia ter uma reviravolta na temporada 2016 foi sob a batuta de Estevam Soares. O desempenho dele à frente do Galo não foi algo impressionante. Foram cinco vitórias, sete empates e sete derrotas em 19 jogos. Porém, o time vinha de resultados e atuações razoáveis, que permitiriam uma possibilidade de reação.
No início do returno, o time havia perdido para o Goiás, empatado com o Vasco e vencido o Paysandu, fora de casa. Depois veio a ducha de água fria, com a derrota para o Bragantino, e dois empates, diante dos também ameaçados Joinville e Oeste. A partida contra o time de Itápolis, em Osasco, foi a última de Estevam. Mas não foi só a questão técnica e de resultados que derrubou o treinador.
O GloboEsporte.com apurou que um mal-estar surgiu após o jogo diante do Rubrão. Vinícius Kiss vinha de um problema na coxa direita. Antes da partida, o médico e vice-presidente de futebol José Roberto Maranhas teria orientado Estevam a não escalar o jogador, pelo risco de agravar a lesão. Porém, Estevam escalou o meio-campista, que se colocou à disposição do treinador para atuar. Kiss durou oito minutos em campo, não aguentou as dores e foi substituído. Dois dias depois, a diretoria demitiu o comandante.
Os porquês da decisão de demitir Estevam, no entanto, não são o assunto principal. O debate está na nova mudança no comando técnico, restando apenas 12 rodadas para o fim da Série B do Brasileirão. O time, que dava sinais de que poderia escapar da degola com Estevam, não engrenou com Ricardinho, e acabou sendo rebaixado para a Série C.
7 - NENHUMA VITÓRIA EM CONFRONTOS DIRETOS 
O entorno contribuiu para que o Tupi-MG não tivesse êxito na principal competição que disputou em sua história. Porém, é inegável que o campo teve parcela considerável. Além da péssima campanha até aqui, em que o clube não conseguiu vencer dois jogos seguidos e conquistou apenas uma vitória fora de casa, diante do Paysandu, o Galo não bateu nenhum de seus adversários diretos na briga contra o rebaixamento. O Alvinegro perdeu as duas partidas para o Bragantino, e empatou um jogo e perdeu o outro para Sampaio Corrêa, Oeste e Joinville.
globo.com

Italia: un Belotti da record assalta la Germania, inviolata dall'Europeo

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Zero gol subiti e 18 realizzati per i campioni del mondo nelle ultime 5 gare. Nessuno come il granata in azzurro dal 2000




Il rischio è di diventare in fretta Belotti-dipendenti, ma tutto sommato è un pericolo di quelli che si corrono volentieri. Nessuno, dal 2000 a oggi, aveva fatto bene quanto il granata nelle prime tre apparizioni in Nazionale: 3 reti. Che insieme alle 4 realizzate da Immobile, fanno 7 degli ultimi nove centri azzurri. Domani sera, a San Siro, contro la Germania la coppia d'oro non dovrebbe partire titolare. O meglio, non completamente: Belotti ci sarà, ma si va verso un 3-4-3 con Insigne e Bernardeschi accanto a lui. E visto che, col possibile forfait di Candreva, gli esterni dovrebbero essere piuttosto difensivi (Darmian e De Sciglio), toccherà a quel trio la "mission impossible" di far gol a Leno, che rileverà Ter Stegen tra i pali solitamente difesi da Neuer.

IMPERFORABILI — Perché segnare è una "mission impossible"? Perché Joachim Löw, dopo l'Europeo, non ha ancora visto la sua squadra incassare un solo gol. Siamo fermi alla rete di Griezmann in semifinale. Da lì, il cammino dei campioni del mondo è stato impressionante: 5 gare (un'amichevole con la Finlandia e le 4 partite di qualificazione a Russia 2018) con 5 vittorie, 18 gol fatti e zero subiti. Neuer ha difeso la porta 3 volte, le altre 2 è toccato a Ter Stegen. Stesso esito: "clean sheet", come dicono gli inglesi.
POLITANO, MOVIOLA, BIGLIETTI — Intanto, notizie sparse dall'ambiente azzurro. Eder ha ripreso ad allenarsi, mentre Politano ha abbandonato il ritiro, vista l'impossibilità di recuperare in tempo dopo il colpo fortuito subìto da Pavoletti. Per il match di San Siro, già venduti oltre 40mila tagliandi e domani le biglietterie saranno ancora aperte allo stadio. Infine, la moviola in campo: come quella con la Francia, anche l'amichevole con la Germania vedrà attiva la sperimentazione, con due arbitri davanti al video.
 Stefano Cantalupi 

I 5 motivi per cui Italia-Germania non sarà mai un'amichevole

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Fabio Disingrini

Il gusto pieno del tornare a battere i tedeschi, vendicare la sconfitta europea, la questione di San Marino, l'imbattibilità di San Siro, la bontà di "Italia Novanta"... E chi più ne ha più ne metta fino a domani sera, quando Italia e Germania si sfideranno a Milano per un'"amichevole" carica di significati.

Il gusto pieno del battere i tedeschi

Il primo motivo per non perdersi la partita di domani è anche il più ovvio: Italia-Germania non sarà mai, anzi MAI UN’AMICHEVOLE. “Testa al campionato”, motivi sperimentali, folate di gioventù e arie d’ouverture: chi più ne ha più ne metta, poi però a battere i tedeschi c’è sempre più gusto.

Vendicare la sconfitta europea

Valeva per la Spagna contro di noi lo scorso mese, varrà per l’Italia domani: la ferita europea non s’è ancora rimarginata, anche perché di perdere contro la Germania non vorremo mai farci un callo. È un nuovo sentimento di rivalsa dopo averli sempre battuti: un successo per sanare l’eliminazione da Euro 2016 e ripartire da dove abbiamo smesso nel 2012: la migliore delle abitudini o, se vorrete, quel vizio da non smettere.

La questione San Marino

Aggiungiamoci il caso scoppiato intorno alla “partita inutile” di San Marino, fra le indelicate parole di Thomas Müller e Karl-Heinz Rummenigge contro “Una Nazionale che non ha niente a che fare con il calcio professionistico”. Certo che l’esilarante decalogo anti-Germania redatto da Alan Gasperoni su Facebook (fidatevi, è qualcosa d’imperdibile…) basterebbe a zittire i tedeschi che in fondo sono sempre “Quelli che mettono i calzini bianchi sotto i sandali”… Però, già che ci siamo, non potremmo vendicare i nostri parenti più stretti?

L'imbattibilità di San Siro

L’Italia ha giocato a Milano 55 gare ed è stata sconfitta solo due volte dall’Ungheria (1911 e 1925). A San Siro però, in 42 incontri dal 1927 a oggi, non ha mai perso! Sono 31 vittorie e 11 pareggi, con 2 precedenti tedeschi (1940, Italia-Germania 3-2; 2013, Italia-Germania 1-1) e una storica imbattibilità da difendere domani come 3 anni fa, quando un insospettabile Abate rispose alla rete iniziale di Mats Hummels.

La bontà di "Italia Novanta"

Noi italiani soffriamo un po’ di sindrome dell’erba del vicino, eppure domani avremo l’”occasione sportiva” di dimostrare, anche a scapito delle parole "di pretattica" di Ventura ("La Germania è nettamente superiore all'Italia") che i nostri giovani non valgono meno di quelli tedeschi. Donnarumma, Perin; Izzo, De Sciglio, Romagnoli, Rugani, Zappacosta, Cataldi, Gagliardini, Verratti, Bernardeschi, Politano, SansoneInsigne, Belotti, Immobile, Zaza e Lapadula: sono 18 i convocati da Ventura nati nei Novanta! Ma davvero abbiamo qualcosa da invidiare alla sempreverde Germania?

LÖW: "DER PAPST HAT JEDEN VON UNS ERREICHT"


Letztes Länderspiel im Jahr 2016: Am Dienstag (ab 20.45 Uhr, live in der ARD und im Fan-Club-Radio) tritt die deutsche Nationalmannschaft gegen Italien an. Vor dem Duell der beiden viermaligen Weltmeister im Giuseppe-Meazza-Stadion in Mailand sprechen DFB-Präsident Reinhard Grindel, Bundestrainer Joachim Löw, Nationalmannschaftsmanager Oliver Bierhoff und Weltmeister Mats Hummels über die Privataudienz beim Papst und den Klassiker gegen die Squadra Azzura

JOACHIM LÖW über...

... DIE AUDIENZ BEI PAPST FRANZISKUS: Für uns alle war die Audienz beim Papst sehr bewegend und beeindruckend. Das ist für jeden einzelnen ein besonderes Erlebnis. Er hat mit seinen Worten jeden von uns erreicht.
... DEN KURZBESUCH IN ROM: Es war die richtige Entscheidung, nach dem Spiel in San Marino nach Rom zu fahren. Wir hatten eine schöne Stadtführung und verschiedene andere Möglichkeiten. Ab heute richtet sich die Konzentration aber auf das Spiel gegen Italien.
... DIE AUFSTELLUNG GEGEN ITALIEN: Alle Spieler sind einsatzfähig. Benedikt Höwedes und Bernd Leno werden definitiv spielen. Es ist außerdem gut denkbar, dass Yannick Gerhardt für Jonas Hector von Beginn an spielen wird. Sollte Sebastian Rudy zum Einsatz kommen, plane ich eher im Mittelfeld als auf der Verteidigerposition mit ihm.
... DIE STÄRKEN VON MARIO GOMEZ: Mario hatte nach der EM eine Verletzung, die ihn etwas zurückgeworfen hat. Er ist ein Stürmer, der die letzte Aktion, den Abschluss hervorragend macht. Er hat unheimliche Qualitäten mit rechts, mit links oder mit dem Kopf. Das hat er bei der EM sehr gut gemacht. Er hatte in Istanbul ein sehr gutes Jahr mit vielen Toren und ist auch in Wolfsburg auf einem guten Weg. Er ist sehr wertvoll für uns.
... NEULING BENJAMIN HENRICHS: Er hat absolut das Können und die Fähigkeit, bei uns in den nächsten Jahren eine gute und wichtige Rolle zu spielen.
... DIE QUALITÄTEN VON LEON GORETZKA: Er ist einer der talentiertesten Spieler in seinem Jahrgang. Er hat eine sehr gute Technik mit und ohne Ball und verfügt außerdem über eine tolle Persönlichkeit. Das allerwichtigste für ihn ist, dass er nicht durch Verletzungen zurückgeworfen wird.
... DIE EINGLIEDERUNG DER JUNGEN SPIELER: Das ist natürlich ein längerer Prozess. Nicht jeder jüngerer Spieler kann sofort vollwertiges Mitglied der Mannschaft sein. Wir versuchen, mit allen Spielern - auch denen, die mal nicht im Nationalteam dabei sind - im regen Kontakt zu bleiben, um ihnen wichtige Dinge für eine Entwicklung aufzuzeigen. Wichtig sind auch die älteren Spieler, die mit den neuen und jungen Spielern im Team regelmäßig sprechen.
... DIE ITALIENISCHE MANNSCHAFT: Ganz große Unterschiede zum Team der EM sehe ich nicht. Die Italiener haben einen ganz eigenen Stil, den sie schon über Jahre spielen. Wir erwarten eine Mannschaft, die taktisch hervorragend eingestellt ist und den Gegner früh unter Druck setzt. Italien hat in der Offensive sehr gute Automatismen, um für Gefahr zu sorgen. Ich denke, dass beide Mannschaft ohne Druck befreiter aufspielen können, als es bei der EM der Fall war.
... DIE BELASTUNG DER SPIELER: Gerade in diesen Testspielen im November nehme ich absolute Rücksicht auf die Belastung der Spieler. Ich mache mir vor der Nominierung ganz konkrete Gedanken, wie ich die Spieler belaste. Mir sind die Spieltermine bekannt - kein Spieler wird überlastet zu seinen Vereinen zurückkommen.

FAKTENCHECK: STATISTIK SPRICHT FÜR ITALIEN, DER TREND FÜR DEUTSCHLAND


Italien gegen Deutschland, das Duell der viermaligen Weltmeister: Am Dienstag (ab 20.45 Uhr, live in der ARD und im Fan-Club-Radio) steht für das Team von Bundestrainer Joachim Löw ein echter Klassiker auf dem Programm. Schon zweimal standen sich die Rivalen in diesem Jahr gegenüber, zweimal behielt Deutschland die Oberhand, zuletzt beim Elfmeterschießen im EM-Viertelfinale in Bordeaux. Nur eins von vielen dramatischen Duellen. DFB.de macht den Faktencheck.
ITALIEN FÜHRT IM DIREKTEN VERGLEICH: In 34 Spielen zwischen 1923 und 2016 setzten sich die Italiener 15-mal durch. Nur gegen England (16-mal) verlor Deutschland häufiger. Hinzu kommen elf Remis und acht Siege gegen die Squadra Azzurra. In den vergangenen 20 Jahren entschied das DFB-Team nur eine von neun Spielen gegen Italien nach 90 Minuten für sich. Das war beim 4:1 im Testspiel in München am 29. März dieses Jahres. Auf italienischem Boden gewann Deutschland bei zwei Remis und sieben Niederlagen nur zwei der elf Duelle, zuletzt am 5. Februar 1986 beim 2:1 in Avellino. Die höchsten Siege fielen auf beiden Seiten jeweils mit drei Toren Unterschied aus. Unter Jürgen Klinsmann verlor Deutschland wenige Monate vor dem Heim-WM am 1. März 2006 1:4 in Florenz, in Berlin (26. November 1939) und München (29. März 2016) setzte sich Deutschland mit 5:2 beziehungsweise 4:1 durch.
GROSSE DUELLE: 135 Tage liegt das letzte Gänsehaut-Spiel zwischen Deutschland und Italien zurück. Im Viertelfinale der EURO entschied Jonas Hector mit dem 18. Elfmeter die Partie zugunsten der DFB-Auswahl und beendete damit den Italien-Fluch. In vier Duellen in K.o.-Runden bei einer EM oder WM hatte Deutschland zuvor immer gegen Italien verloren, zuletzt beim 1:2 im EM-Halbfinale 2012 und dem 0:2 nach Verlängerung im WM-Halbfinale 2006. Auch das WM-Endspiel 1982 (1:3) und das legendäre WM-Halbfinale 1970 (3:4 nach Verlängerung) gewann Italien. Vier weitere Endrundenspiele in der Vorrunde endeten jeweils Remis: 1988 beim EM-Eröffnungsspiel (1:1), bei der EURO 1996 (0:0) und auch die WM-Spiele 1962 und 1978 endeten 0:0.
SERIEN UND TRENDS: Deutschland hat mit dem EM-Halbfinale gegen Frankreich (0:2) nur eine seiner letzten zwölf Länderspiele verloren (neun Siege, zwei Remis), die letzten fünf Spiele seit der EM gewann Deutschland allesamt und das sogar jeweils zu Null. Siegt Deutschland auch in Mailand zu Null, stellt das Löw-Team einen Uralt-Rekord aus dem Jahr 1966 ein. Italien hat seinerseits nur eines der letzten 18 Heimspiele verloren (neun Siege, acht Remis). Am 1. September unterlag das Team des neuen Trainers Giampiero Ventura in Bari gegen Frankreich 1:3.
JUBILÄEN UND REKORDE: Thomas Müller steht bei 36 Toren in 82 Länderspielen - ihm fehlt nur noch ein Treffer, um zu Teammanager Oliver Bierhoff, der mit 37 Toren in 70 Spielen auf Platz 10 der DFB-Rekordtorjägerliste steht, aufzuschließen. Joachim Löw hat beim 8:0 in San Marino seinen 95. Sieg als Bundestrainer eingefahren und hat damit bereits mehr Siege auf dem Konto als alle anderen deutschen Bundestrainer vor ihm.
VIER STERNE FÜR ITALIEN: 1934, 1938, 1982 und 2006 krönte sich Italien zum Weltmeister und kommt damit genauso wie Deutschland auf vier Sterne. Nur Brasilien ist mit fünf WM-Titeln erfolgreicher als Italien und Deutschland. 1968 gewann Italien zudem die Europameisterschaft. Rekordnationalspieler ist Gianluigi Buffon mit 166 Länderspielen. Auch gegen Deutschland steht der 38-Jährige wieder im Kader des 13. der aktuellen FIFA-Weltrangliste, in der Deutschland auf Platz zwei liegt.
ITALIEN MIT NEUEM TRAINER: Nach der EM übernahm Giampiero Ventura das Traineramt von Antonio Conte. Der 68-jährige begann seine aktive Karriere in der Jugend von Sampdoria Genua, spielte später aber fast ausschließlich in der vierten italienischen Liga. Als Trainer kam Ventura in Italien gut tum. Gleich 19 Vereine trainierte er, darunter die Serie-A-Klubs SSC Neapel, Sampdoria Genua, Udinese Calcio sowie in den vergangenen sechs Jahren den FC Turin. Einen großen Titel gewann Ventura nicht.
ERINNERUNGEN ANS GIUSEPPE-MEAZZA-STADION: An der Heimspielstätte der beiden Mailänder Topklubs AC Mailand und Inter Mailand hat Deutschland eine hervorragende Bilanz. Von acht Spielen gewann das DFB-Team fünf. Bei zwei Remis gab es nur eine Niederlage, am 5. Mai 1940 gegen Italien. Eng verbunden ist das Giuseppe-Meazza-Stadion mit dem deutschen WM-Triumph 1990. Auf dem Weg zum Titel bestritt der Weltmeister mit Bundestrainer Franz Beckenbauer alle drei Gruppenspiele (4:1 gegen Jugoslawien, 5:1 gegen die Vereinigten Arabischen Emirate und 1:1 gegen Kolumbien), das unvergessene Achtelfinale gegen die Niederlande (2:1) und das Viertelfinale gegen die Tschechoslowakei (1:0) in San Siro.
SEIT 1925 UNBESIEGT: Auch für Italien ist Mailand ein gutes Pflaster. Seit 43 Spielen ist die Squadra Azzurra in der Modemetropole unbesiegt (32 Siege, 11 Remis). Die letzte Niederlage datiert vom 18. Januar 1925, ein 1:2 gegen Ungarn. Die Partie fand damals im Campo di Viale Lombardia statt. Im Giuseppe-Meazza-Stadion hat Italien noch nie verloren.
ES WAR AM 15. NOVEMBER: Auf den Tag genau vor 80 Jahren trennten sich Deutschland und Italien bei einem Freundschaftsspiel am 15. November 1936 in Berlin 2:2. Otto Siffling erzielte die beiden Tore (35./40.) für Deutschland. Auch vor drei Jahren standen sich die beiden Nationen am 15. November gegenüber. Ebenfalls in Mailand endete die Partie nach Treffern von Mats Hummels (8.) und Ignazio Abate (28.) 1:1. Es war das 100. Länderspiel unter Joachim Löw. Ein ganz besonderes Spiel gab es am 15. November 1989: Mit einem 2:1 gegen Wales und Toren von Rudi Völler und Thomas Häßler sicherte sich Deutschland knapp die Teilnahme an der WM in Italien. Ein Remis hätte dazu nicht ausgereicht.
[sid/mw]

Treino do Coritiba no Couto tem discussão, correções e repeteco

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Carpegiani repete formação com três atacantes em treinamento para a partida contra o Santa Cruz, às 21h de quarta-feira. Kazim e Bernardo se desentendem na atividade


O Coritiba seguiu, na tarde desta segunda-feira, os preparativos para enfrentar o Santa Cruz, às 21h (horário de Brasília) de quarta, pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro. Em treinamento realizado no estádio Couto Pereira, palco da partida. Na atividade, o técnico Paulo César Carpegiani repetiu a formação que testou no último sábado, com três atacantes e apenas um volante de ofício.
O time que iniciou a atividade foi formada por Wilson, César Benítez, Walisson Maia, Juninho e Carlinhos; Amaral, Juan e Raphael Veiga; Leandro, Kazim e Kleber. Desta formação, a provável alteração pode ser a entrada de Dodô na lateral-direita. O jogador está servindo a Seleção brasileira sub-20, que realiza amistosos no México, e volta a Curitiba na terça-feira, véspera da partida contra o Santinha.
A equipe reserva foi formada por Wiliam Menezes, Thiago Lopes, Geovane, Nery Bareiro e Yan Sasse; Edinho, Ruy e Bernardo; Vinícius, Ortega e Iago. Realizaram trabalhos à parte os jogadores Felipe Amorim, Guilherme Parede, Fábio Braga, Kady e Emerson Conceição.
Na atividade tática, Carpegiani parou o treino repetidamente para corrigir os erros da equipe, principalmente as movimentações defensivas e o passe.
"Quero que toquem a bola no momento certo", gritou o comandante em certo momento do treinamento.
César González Coritiba (Foto: Monique Silva)Meia César González iniciou a fase de transição após sofrer leve lesão na coxa (Foto: Monique Silva)
Durante o treino, o atacante e o meia Bernardo se desentenderam e discutiram em campo. O treinador parou a atividade para pedir calma os jogadores, que não chegaram às vias de fato. 
A ausência do treinamento desta segunda foi o volante João Paulo, com problemas estomacais. O zagueiro Luccas Claro continua realizando trabalhos específicos após se recuperar de uma lesão na coxa, enquanto o meia venezuelano César González, que sofreu uma lesão leve na coxa no jogo contra o Galo, iniciou a fase de transição. Totalmente apto, o zagueiro Nery Bareiro participou normalmente do treino tático, treinando entre os reservas.
O Coritiba ocupa atualmente a 15ª colocação, com 42 pontos na tabela, a quatro do Z-4. Depois do Santa Cruz, o Coxa enfrenta o Flamengo no Maracanã, recebe o Vitória e encerra o Brasileirão jogando contra a Ponte Preta, fora.
Coritiba x Santa Cruz (35ª rodada do Campeonato Brasileiro)
Local: Couto Pereira, em Curitiba
Data e horário: quarta-feira, às 21h (horário de Brasília)
Escalação provável: Wilson, Dodô (César Benítez), Walisson Maia, Juninho e Carlinhos; Amaral, Juan e Raphael Veiga; Leandro, Kazim e Kleber
Desfalques: César González e Luccas Claro (em transição); Alan Santos (fratura no pé) e Neto Berola (lesão no tornozelo)
Pendurados:
 Dodô, Juan, Juninho, Luccas Claro e Ruy
Ingressosclique aqui para conferir
Arbitragem: Jean Pierre Gonçalves Lima (RS), auxiliado por Nadine Schramm Camara Bastos (SC) e Leirson Peng Martins (RS)
Transmissão: Premiere FC
Tempo Real: no GloboEsporte.com, a partir de 20h30 de quarta-feira.
globo.com

Sem Alisson e Robinho, Cruzeiro faz "missão Arrascaeta" para pegar Sport

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Sem os dois meias, um pelo terceiro cartão amarelo e outro lesionado, cresce a importância do retorno no meia uruguaio para enfrentar o Leão, na Ilha do Retiro


Apesar dos raros dez dias de preparação para a partida contra o Sport, na próxima quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), na Ilha do Retiro, no Recife, Mano Menezes tem alguns desfalques para pegar o time pernambucano. Alisson não pode jogar porque levou o terceiro cartão amarelo, e Robinho segue se recuperando de uma lesão na coxa direita. Com a ausência certa de Alisson e o provável desfalque de Robinho, cresce a importância do retorno de Arrascaeta. 
Para isso, a diretoria do Cruzeiro prepara uma verdadeira força tarefa para colocar o uruguaio em condições de enfrentar o Sport. O uruguaio está com sua seleção para os jogos das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018. Ele sairá de Santiago, onde a Celeste Olímpica enfrenta o Chile na terça à noite. O jogador estará no hotel do Cruzeiro, no Recife, por volta das 16h (de Brasília), para se integrar ao elenco. 
Mano Menezes liberou apenas 20 minutos do treinamento desta segunda-feira. Neste tempo, foi possível apenas acompanhar um aquecimento dos jogadores na Toca da Raposa. Robinho e Edimar estavam entre os jogadores no gramado, o que não significa que eles fizeram trabalhos normalmente com o restante do elenco. Na sexta-feira, Manoel fez trabalhos na academia e Elisson foi poupado por conta de uma virose, os dois também foram normalmente ao campo, mesmo debaixo de chuva. 
globo.com