quarta-feira, 29 de abril de 2020

Flamengo deve ceder jogadores via empréstimo em 'novo acordo' com Náutico; entenda

Por conta da 'crise do coronavírus', o Flamengo busca renegociar os termos do acordo firmado no início deste ano junto ao Náutico, referentes à contratação do jovem Thiago Fernandes. Anunciado como reforço do clube carioca em janeiro, o meia-atacante de 19 anos custaria R$ 6,5 milhões aos cofres rubro-negros, de acordo com a configuração original da negociação. As duas diretorias, no entanto, têm conversas avançadas para costurar um novo formato de negócio, em virtude do momento delicado financeiramente para os clubes brasileiros.
De acordo com a apuração do jornalista Venê Casagrande, o Flamengo pagou cerca de 300 mil euros no exato momento em que o negócio foi firmado, em janeiro. A priori, o restante do valor seria quitado em quatro parcelas ao longo da temporada, sendo a primeira delas agora em abril. Tentando convencer os dirigentes do Náutico a flexibilizar o prazo de vencimento das parcelas, o Rubro-Negro recebeu uma espécie de 'contraproposta' dos pernambucanos, interessados em contar com atletas do clube carioca via empréstimo.
Ainda de acordo com o jornalista, o Flamengo estaria disposto a inserir jogadores na negociação, desde que sejam, obviamente, atletas que não estão nos planos de Jorge Jesus para a temporada 2020. Os nomes ainda estão sendo avaliados internamente pelas partes, mas é possível que Matheus Dantas, Rafael Santos e Lucas Silva estejam na lista a ser disponibilizada pelo Rubro-Negro.

PSG : Jonathan Mutombo passe pro et filera en prêt à Guimaraes

Le jeune latéral droit Jonathan Mutombo (17 ans) a signé son premier contrat professionnel avec le PSG, qui le prêtera au Vitoria Guimaraes.

Né en 2002 et apparu en Youth League cette saison avec le Paris Saint-Germain, Jonathan Mutombo voit sa jeune carrière s'accélérer. Au PSG depuis 2014, le latéral droit d'origine congolaise a signé un premier contrat professionnel d'une durée de trois ans en faveur de son club formateur, qui le prêtera dans la foulée au Vitoria Guimaraes, où il renforcera dans un premier temps l'équipe U23. Selon les informations recueillies par Football365 Afrique, une offre du club portugais à l'attention du joueur de 17 ans a donné un coup de fouet aux négociations et permis d'aboutir à cette solution. L'officialisation ne devrait pas tarder.

Rival, "parça" e ídolo: o que Neymar representa para Mbappe

Neymar foi contratado pelo PSG em 2017 por incríveis 222 milhões de euros, se tornando a transferência mais cara da história do futebol. O brasileiro chegou na França com status de possível candidato a desbancar Messi e Cristiano Ronaldo no posto de melhor do mundo em um ambicioso projeto do clube.
Cerca de uma ano depois, a história praticamente se repetiu, mas dessa vez com Mbappe. O jovem foi contratado após ganhar a Copa do Mundo de 2018, com o status de maior revelação do futebol e possível Bola de Ouro no futuro, por “apenas” 145 milhões de euros, atrás apenas de Neymar entre as maiores transferências do esporte. 
Com os dois craques brigando pelo posto de protagonista da equipe e pelo prêmio de melhor do mundo, muitos esperavam que a relação entre os dois fosse bem complicada, principalmente levando em consideração os atritos que o camisa 10 brasileiro teve com Cavani, a outra grande estrela da equipe, no ano anterior.
Mas, aos poucos, uma bela parceria dentro de campo começou a se formar. Com sua velocidade, Mbappe se tornou o principal alvo dos belos passes em profundidade de Neymar, que passou a atuar mais centralizado, como meia. Em pouco tempo, muitos gols, assistências, tabelas e lindos lances começaram a aparecer.



Mas não foi só dentro de campo que a relação ficou boa. Os dois também se tornaram “parças” fora das quatros linhas. Mbappe passou a frequentar as festas do brasileiro e a dupla constantemente é vista sorrindo nos treinos ou comemorando juntos os gols. Na partida de volta contra o Borussia Dortmund, pelas oitavas de final da Liga dos Campeões, o PSG precisava da virada e Mbappe não jogou. E quando Neymar abriu o placar da partida, foi correndo para o banco de reservas abraçar o francês. 
É verdade que a rivalidade pela artilharia dos campeonatos, pelo posto de melhor jogador do time e por prêmios individuais ainda existe. Mas isso parece que não está atrapalhando a dupla.
Mbappe também revelou que já admirava o craque brasileiro antes de ir para o PSG e antes de se chegar ao mais alto nível do futebol. Em entrevista a beIN Sportso atacante contou que Neymar era seu ídolo, assim como Messi e Cristiano Ronaldo.
Kylian Mbappe, Neymar, Thiago Silva, NBA© Fornecido por Goal.com Kylian Mbappe, Neymar, Thiago Silva, NBANeymar e Mbappe assistindo a um jogo da NBA / Foto: Getty Images
"Tenho a chance de jogar com Neymar, que eu admirava muito quando era jovem. Eles [Messi, Neymar e Cristiano] são os jogadores que eu admirava muito".
E a inspiração foi tanta que Mbappe também começou a se envolver em algumas polêmicas. Além de alguns problemas com a torcida, o francês vem tendo atritos com a diretoria do PSG por uma renovação de contrato e é constantemente especulado para ir ao Real Madrid, da mesma forma que o retorno de Neymar ao Barcelona reacende a cada janela de transferências.
Quem agradece o entrosamento cada vez maior da dupla é o PSG, que torce para que os dois sigam em Paris por mais muitos anos. Mas se isso será suficiente para que eles fiquem em Paris, só o tempo irá dizer.

Pautasso: "Con el VAR habríamos ganado la Liga ante el Atlético"

Jorge Pautasso, quien fue segundo entrenador del 'Tata' Martino en el Barça, se sinceró en 'BTV' sobre la Liga que perdieron en 2013-14 ante el Atlético y aseguró que con el VAR habrían ganado el título.
El argentino explicó en una entrevista al programa 'La Porteria' de betevé una conversación que tuvo el 'Tata' Martino con Mateu Lahoz, quien arbitró ese encuentro. "Se encontró con Lahoz dos años después de esa temporada y le reconoció que se había equivocado y que el gol era válido", contó Pautasso. "Lamentablemente, esa Liga no la tenemos. Con el VAR hubiéramos ganado", añadió.
El ex segundo entrenador confesó también que "tenemos una espinita clavada. Era el mejor equipo de España y uno de los cinco mejores del mundo. Terminar perdiendo la Copa del Rey y el título de Liga en la última jornada fue lamentable. Uno lo toma como una mala experiencia en ese sentido. Llegar con el Barcelona hasta esa instancia y no ganar duele".

También afirmó que Martino decidió su salida en febrero, independientemente del resultado en cuanto a los títulos. No obstante, considera que "se infravaloró nuestro trabajo. Teníamos un plantel limitado en cantidad de jugadores y se esforzaron al máximo".
Cambiando totalmente el tema,  Pautasso quiso elogiar las figuras de Lautaro y Neymar. "Lautaro se adaptaría fácil al esquema del Barcelona. Se puede asociar, puede dar distintas variantes, puede ser profundo, puede hacer de enlace, es un chico con mucho futuro y mucho potencial que no ha llegado a su tope", valoró sobre el delantero argentino.
En cuanto al astro brasileño, lo describió como a "un muchacho adorable" y cree que "la vuelta de Neymar haría bien al Barça. Cuando se pone serio dentro la cancha es un jugador muy desequilibrante y ya se conocen con Leo y con Luis. También trabaja defensivamente", concluyó.
La entrevista a Pautasso se emitirá el jueves 30 de abril a las 18 horas por las tlevisiones locales de La Xarxa y a las 20:10 horas por betevé.

La goleada blanca en Múnich cumple seis años

Han pasado seis años desde que un 29 de abril de 2014 el Real Madrid visitara el Allianz Arena de Múnich para enfrentarse en las semifinales de la Champions al Bayern de Pep Guardiola. Un contundente 0 a cuatro a favor de los blancos les dio el pase a la final de Lisboa.



Uno de los clásicos del fútbol europeo es el que enfrenta a dos de los mejores equipos de sus respectivas ligas, el Real Madrid en la Liga española y el Bayern de Múnich en la Bundesliga alemana. El encuentro cobra especial importancia cuando estos se miden en la fase previa a la final del gigantesco torneo continental europeo. Fue un día como hoy hace seis años, un 29 de abril de 2014, cuando el Real Madrid de Ancelotti y el Bayern de Múnich de Pep Guardiola se medían en el Allianz para resolver la eliminatoria.

El Bayern de Guardiola vs Heynckes

La ida de las semifinales de la Champions fue en territorio blanco, cuando Karim Benzema anotó en los primeros veinte minutos de juegopara facilitar las cosas de cara a los siguientes noventa minutos de encuentro. Era la primera temporada de Guardiola al frente del Bayern, tras una exitosa carrera de Jupp Heynckes, -además, ex madridista- el cual ganó la Champions del año anterior en una final recordada para el aficionado alemán, pues nunca dos equipos germanos se habían visto las caras en una final. Wembley fue testigo de la última gran hazaña de los bávaros en Europa. Desde el logro de 2013 ante el Dortmund de Klopp -y haber cuajado la mejor temporada en la historia del club en cuanto a registros- los de Baviera no han logrado seguir con la estela de campeón.

Caminos reencontrados

Un año más tarde del triunfo del Bayern en Champions se medían ambos equipos de nuevo en semifinales. Mucho se ha hablado de si aquel año José Mourinho se mereció más con un conjunto de futbolistas que fueron duramente derrotados por los de Heynckes en los penaltis, cuando un fatídico lanzamiento de Sergio Ramos truncó la posibilidad de los de Chamartín de erigirse como los mejores de Europa. Y es que Real Madrid y Bayern de Múnich tienen mucho en común. Ambos equipos tuvieron que esperar exactamente doce años para volver a levantar la ansiada 'orejona' (Bayern de Múnich en 2001 y en 2013 y Real Madrid en 2002 y en 2014).

Imponente Real Madrid

Con sus caminos encontrados Carlo Ancelotti y sus hombres realizaron uno de los partidos más humillantes para el Bayern, que no logró, siquiera, anotar un solo gol en toda la eliminatoria. La forma en la que sí que lo hizo el Real Madrid fue de elogiar, con un Sergio Ramos que llevaba tiempo anticipando lo que ocurriría más tarde en Lisboa, y un Cristiano Ronaldo que no llegó al cien por cien a la final pero que, sin su récord en la historia de la competición de anotar en una misma temporada diecisiete goles (en 13 partidos jugados), quién sabe hasta dónde habrían llegado los vikingos. Ambos jugadores fueron los protagonistas del partido, anotando dos goles cada uno. Manuel Neuer no sabía cómo era posible que sus compañeros de equipo no lograran casi ni acercarse al área de Iker Casillas.
Sergio Ramos anotó dos goles en cuatro minutos ante el Bayern de Múnich | Fuente: Real Madrid CF
Sergio Ramos anotó dos goles en cuatro minutos ante el Bayern de Múnich | Fuente: Real Madrid CF

"El Real humilla a Guardiola"

El entrenador Pep Guardiola explicaba el mal resultado en rueda de prensa post-partido: "El Madrid en la primera parte, por su calidad y porque hemos vaciado la parte más importante a mi manera de entender el fútbol que es el mediocampo, pues hemos perdido". Y es que esta dura derrota le valieron muchas críticas al técnico catalán. El día de después a la noche en Múnich el diario alemán Bild rezaba lo siguiente: "El Real humilla a Guardiola". En Alemania ha llegado más tarde el fútbol de toque que se llevaba practicando varios años en la liga española. La mentalidad conservadora de los germanos chocó con la innovadora y revolucionaria manera de ver el fútbol de Pep, y la gente elogió el juego de los españoles como el que ellos debían llevar a cabo.

Real Madrid, verdugo de los alemanes

El Real Madrid había aplastado a sus rivales en la 59ª edición de la Champions League, donde en las fases eliminatorias se enfrentaron solamente a equipos alemanes (Schalke, Borussia Dortmund y el propio Bayern respectivamente), y en la final acabaron pasando por encima al Atlético de Madrid. Sin la épica del partido en Múnich quién sabe si los blancos hubieran sacado fuerzas en Lisboa para resistir hasta el último minuto de partido, cuando Sergio Ramos se alzó al cielo de la capital portuguesa y abrió la veda para que los blancos se hicieran con la ansiada 'décima' Copa de Europa.

Alívio? Conmebol anuncia repasse de quantia milionária para ajudar clubes e federações

Na noite desta quarta-feira (29), a Conmebol anunciou que ajudará financeiramente seus associados e clubes participantes de suas competições oficiais, a Libertadores e a Sul-Americana, em meio à crise do coronavírus que assola o continente e o mundo.
Como destaca o UOL Esportes, a entidade repassou a quantia de 65 milhões de dólares a serem distribuídos entre os clubes que disputam as Copas Libertadores e Sul-Americana, e outros 14 milhões de dólares para suas dez federações associadas, contribuição que visa aliviar o impacto nos cofres dos clubes e ajudá-los a manter o pagamento de salários de seus funcionários em dia.


"Na Conmebol, ficamos em casa, mas continuamos trabalhando para o futebol sul-americano. A saúde e a vida humana são uma prioridade neste momento de pandemia. O futebol deve esperar. Para que quando volte, possamos estar saudáveis e todos juntos", afirmou o presidente da entidade, Alejandro Domínguez.

Dani García: "Vivir la final de Copa sin público no sería justo"

Las ruedas de prensa virtuales están siendo muy utilizadas por parte de los clubes en esta complicada situación, provocada por el coronavirus. Esta vez le ha tocado a Dani García, quien no ha dejado escapar la ocasión para dar su punto de vista a cerca de la final de Copa.
El mediocentro titular del club bilbaíno ha dejado claro que no concibe una final vasca sin público, achacando que no sería justo para ninguna de las dos partes. "Va a ser el partido más importante de mi carrera, yo esperaría a que se jugara con público y que sea una fiesta vasca, como lo iba a ser", añadió el de Zumárraga
Entre las preguntas de aficionados y periodistas, Dani ha podido hablar sobre sus primeros días en el Athletic: "Desde el primer momento la gente me decía que hablaba mucho, soy una persona muy abierta. Los primeros días son de nerviosismo, pero luego la gente me conoce bien".
En cuanto a esta temporada, el guipuzcoano -en lo individual- admite que es la más completa y regular en Primera División, aunque el salto desde Segunda B hasta la categoría más alta del fútbol español no fue fácil nada fácil para él. "El primer año en primera fue un golpe fuerte de realidad al ver el nivel que había. Cada año he ido mejorando, hasta esta temporada", explicó el rojiblanco.
La vuelta al fútbol profesional también ha sido un tema que se ha hablado en la rueda de prensa con el jugador. Como ya es oficial, ese regreso al verde se hará sin público, por lo menos en este 2020. A la pregunta de un periodista sobre a qué jugador se escuchará más durante los partidos, Dani García lo ha tenido claro: "A Raúl García y a mí, es así, no nos vamos a engañar (entre risas). Creo que somos los que más hablamos, tanto con el árbitro como en otros aspectos".

Su retirada

El jugador del Athletic también ha hablado sobre su retirada, y de cómo le gustaría que fuera: "Ya lo he dicho más de una vez, nunca sabes dónde te llevará el fútbol. Hay días que pienso que me gustaría estar aquí tanto como Aduriz y otros que el fútbol quema mucho. Ojalá que las piernas me permitan mucho más para retirarme aquí".