sexta-feira, 8 de maio de 2020

Chinese FA president unveils plan to kickstart new season in late June

Chinese Football Association has drawn up plans for a swift and safe return to top-flight matches, as both the Bundesliga and the K League have blazed their own trails for other professional leagues ravaged by the COVID-19 crisis. 

Germany announced on Thursday that it will resume its football season on May 16, while South Korea's showpiece football competition is set to kick off the 2020 campaign on May 8. As it stands, Chinese Super League (CSL) supporters won't have to wait too long to renew acquaintances with some familiar faces. 

"We have put together three different options in preparation for a quick return of the new season under stringent safety guidelines," said Chinese FA president Chen Xuyuan during an interview with China Central Television (CCTV) on Thursday night. 

"All matches will be played behind closed doors for the time being. But fans will be allowed to come into the stadium in a gradual manner," he added.
Huang Shenghua, chairman of CSL side Guangzhou R&F, revealed last month that the Chinese FA hoped to get the go-ahead from the government to start the 2020 season, originally scheduled for February 22 to October 31, in late June. 
Chen Xuyuan was elected president of the Chinese Football Association last August. /VCG
The June target was confirmed by Chen, but he pointed out that even if everything goes to plan, a return is still fraught with logistical complications, and there is an urgent need to cut down the number of matches to help with the congested schedule players could face when the season kicks off. 

"If the CSL starts in late June and ends in mid-December, we have to play 30 rounds of matches in just four months, not to mention the dates set aside for the national team qualifiers, the AFC Champions League and FA Cups. It's practically impossible to cram so many games into such a short period of time," Chen said. 

"Therefore, we have made wholesale changes to the structure of the competition, with CSL clubs to be split into two groups based on their league positions last season. Each group plays in a round-robin format and the top teams from Group A and Group B advance to the knockout stage." 

"This is then followed by the quarter-finals, the semi-finals, and the final. Teams that would be eliminated in this scenario will be involved in a relegation playoff," he added.
Former Chelsea midfielder Oscar has been played for Shanghai SIPG for years. /VCG
Chen didn't provide further details of the reformed format, but he acknowledged that even though one-third of [foreign] coaches and players have not returned to China due to strict travel restrictions, the league is expected to get under way as soon as it receives government approval. 

To soften the economic blow caused by the coronavirus pandemic, the Chinese FA has asked players to take up to 50 percent salary cuts. Chen reiterated that the cost-saving measures apply to all CSL players, including the foreign stars whose generous pay packets are the envy of the world.  

"It would be unfair if only locals suffer a wage reduction," he observed. "We have to build a new financial system and burst the current bubble. Otherwise, there will be no future for the Chinese football."

Egyptian Football Stars “Pranked” on Ramez Galal Show VIDEO

Ramez Galal’s name has become synonymous with pranks. The Egyptian comic has hosted a prank show every Ramadan.
He’s made life flash before his celebrity guests’ eyes by having them think they were kidnapped by extremists or were stranded in shark-infested waters. He’s put Shah Rukh Khan in quicksand and has attacked Egyptian dancer Fifi Abdou while dressed as a gorilla.
In 2015, Galal even took US socialite Paris Hilton in a terror-filled flight over Dubai, making her think that the plane was about to crash.
The show is almost the region’s version of Ashton Kutcher’s Punk’d, only Galal comes out to say “Gotcha” when the damage has been done.
Ramez Galal’s new 2020 prank program ”Ramez Magnoon Rasmy” ( Ramez is officially Crazy) which is currently being screened on MBC Masr channel.
Ramez Galal’s new Ramdan prank show named “Ramez Magnoon Rasmy” (Ramez is officially crazy) has the main theme of his previous shows; it depends completely on terrifying his guests, or “his friends” as he says, but what a way to treat your friends!! This year he has taken his problematic behavior to the next level.
In “Ramez Magnoon Rasmy”, Galal places his guests on the Chair of Death then suddenly appears to them, unlike his previous prank shows where he used to disguise.
In this chair, Galal moves the guests the way he desires.
He then takes them to the next step which is being electrified. Afterwards, the guests are put in a tank, and face several horrifying animals like snakes. While suffering from all the previous, the guests have to say what Galal wants them to say and obey all his orders if they want to leave.

This year Football stars victims

Kahraba (Al Ahly)
Mohamed El Shenawy (Al Ahly)
Tarek Hamed (Zamalek)
Ali Malool (Al Ahly)

Futebol paulista sairá da pandemia 40% mais pobre, diz presidente da FPF

“O futebol não é exceção. Toda a sociedade está sofrendo e vai se modificar. Estamos todos nos reinventando, tanto na parte material, mas também na parte mental.” O presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF)Reinaldo Carneiro Bastos, dirigente que defende os interesses de um quarto dos clubes que estão no grupo de elite do esporte nacional, está com os pés no chão. Mas, é claro, tem na cabeça os prejuízos causados pela paralisação em virtude do coronavírus.
Em entrevista concedida a VEJA, Carneiro Bastos disse que a pandemia provocará um duro baque nas receitas dos quatro grandes times de São Paulo. O Red Bull Bragantino, o quinto clube paulista na primeira divisão do Campeonato Brasileiro, seria a única exceção, mas por uma consequência de outra crise, a cambial. E na visão do dirigente, é justamente o grupo que mais fatura o mais prejudicado pela crise. Leia abaixo os principais trechos da conversa:
O senhor está otimista para a retomada do Campeonato Paulista? Não falaria otimista. Estamos diante do cenário que é mais possível. Nós temos apenas seis rodadas por fazer. Dos dezesseis clubes que disputam o campeonato, em apenas duas rodadas ficam apenas os oito classificados para a próxima fase. Após a terceira data de jogos, sobram apenas quatro times. Ou seja, isso simplifica a organização. Mas em todas partidas respeitaremos os mesmos protocolos de saúde. Quando possível, poderemos retomar o campeonato com segurança para todos os envolvidos.
E quando isso deve acontecer? Não há um prazo. Os clubes decidiram, por unanimidade, respeitar a ciência, a medicina. Enviamos os protocolos para as entidades estaduais e municipais para análise e só voltaremos com autorização dos órgãos competentes. Não há pressa ou pressão. É lógico que todos tem vontade de voltar a realizar sua atividade profissional. Mas aquelas que são chamadas de não essenciais precisam ter segurança. Quando os clubes se concentrarem para a primeira partida, todos os jogadores serão testados. E eles só sairão do isolamento eliminados da competição ou na partida final. O protocolo é muito cuidadoso, e compreende a situação a qual vivemos.
Em que pé está a negociação com a Globo, emissora detentora dos direitos de transmissão? O contrato vigente com a Globo tem a duração de seis anos e acaba agora em 2021. Quando suspendemos o campeonato, a emissora suspendeu o pagamento da última cota. A partir do momento em que nos reunimos e, por unanimidade, os clubes decidiram encerrar a competição dentro do campo, jogando futebol, pedimos à Globo a liberação da cota e ela fez o depósito de uma pequena parte. Mas já sinalizou que quando acontecer a partida final, ela quitará o restante.
A condição é mais difícil para os grandes clubes do estado ou os menores? O drama é igual para todos. Os grandes clubes podem até ter receita maior, contratos mais generosos, mas suas despesas e compromissos também são muito maiores. Se analisarmos a situação dos clubes que fazem parte do calendário nacional de competições, esses times têm contrato com atletas de mais de um ano de duração. Os menores, como por exemplo 90% da segunda divisão de São Paulo, não tinham sequer registrado atletas. Então enquanto essas equipes ficarem sem atividade, seu custo fixo é muito pequeno. É difícil, é. É um drama, é. Mas eles não tem folha de pagamento alta.
No caso dos times da Série A3, a maioria dos jogadores tinha contrato até maio, quando acabava a competição. Esses estão sofrendo também, negociando com os atletas. Mas esse mês acaba sua maior despesa, que é com a folha de pagamento de futebol. Na A2, apenas São Bento (Série C) e São Caetano (Série D) disputam competições nacionais. Os outros clubes, também encerram no próximo dia 30. Será difícil cumprir esse último mês, certamente. Mas também tem uma luz no fim do túnel. Agora, na primeira divisão, com exceção de Santo André, Água Santa e Inter de Limeira.
Mas o que isso significa? Que as divisões menores podem não terminar este ano? Não, o futebol de São Paulo, diferentemente de outros, tem cotas comercializadas em todas as divisões. A Série A1 tem uma cota de televisão e de direitos comerciais, mesma coisa na A2. Da parte que cabe à Federação nas cotas da A1 e da A2, damos uma cota para Série A3 e para a divisão abaixo dessa. Todos tem receitas. Mas essa divisão mais baixa, a qual chamamos de segunda, nem começou as disputas. Ela permanece programada. Assim que houver a possibilidade do futebol voltar como um todo, reuniremos os clubes novamente e discutir que tipo de competição pode-se fazer. A conversa que tive com os clubes deu a entender que faremos uma competição, diferente é claro do que estava previamente combinado. Uma disputa modificada, mais enxuta, que envolva menos viagens. Mas do A1 até o A3, os torneios acabarão com jogos de futebol.
Não há, por exemplo, a possibilidade de jogar esses jogos que faltam mais para frente, espalhando as datas? Não há essa possibilidade. Ela recomeçará e terminará com todos os atletas concentrados, e será realizada no menor tempo possível. Respeitando o intervalo mínimo entre um jogo e outro e os protocolos de saúde definidos pela Secretaria de Saúde do Estado.
Qual é o impacto financeiro desta pandemia no futebol paulista? Em uma análise preliminar, nós sairemos 40% menores em termos financeiros. Esse é o impacto de receita da Federação. Temos conversado com os clubes e esse é o cenário deles também, uma vez que terão déficit na receita de bilheteria (da qual a FPF fica com uma parte). Nesse aspecto, quem mais sofre são os grandes clubes, pois são aqueles que mais levam público aos estádios. Há exceções, é claro. Veja o caso do Red Bull Bragantino, que deve ter um aumento de receitas pela variação cambial (o clube é financiado pela multinacional austríaca de bebidas energéticas). Mas é um caso isolado. A maioria vai sentir negativamente.
Existe o risco de clubes paulistas fecharem as portas? Existe, mas não é um caso isolado. Acontecerá com padarias, farmácias, supermercados, clínicas médicas. O clube de futebol tem uma vantagem em relação a esses outros segmentos. Ele pode ficar adormecido. Muitos estão fora do futebol profissional e outros poderão seguir esse caminho em função da pandemia. Eles deixarão de operar, não de existir. O que vai acontecer é a diminuição do número de competições, de atletas e treinadores empregados, de árbitros em atividade. Os torneios que conseguirem continuar, serão bem disputados. Tínhamos 18 competições marcadas para esse ano. Muito provavelmente, não conseguiremos realizar a metade delas. Mais do que os clubes deixarem de existir, teremos menos campeonatos. Isso não é algo que está em nossas mãos. Depende, é claro, da pandemia.
Quais ficarão pelo caminho? Pela primeira vez esse ano faríamos um campeonato sub-15 feminino. Já tínhamos o sub-17 e o adulto programados. Mas esses campeonatos juvenis envolvem mais de 60 clubes. Sem uma vacina, sem um remédio eficaz para curar essa doença, muito provavelmente não conseguiremos garantir que esses jovens, menores de idade, tenham segurança em participar esse ano de jogos de futebol. O futebol feminino é guerreiro. Só agora começou a chamar o interesse da televisão e patrocínios. Este ano, as equipes começariam a pagar salários melhores. 
Como o senhor viu a manifestação contrária dos jogadores em relação ao projeto de lei que tramita no Congresso e que pretender revogar algumas das obrigações trabalhistas dos clubes? A meu ver há desinformação. Eles disseram no vídeo que falam em nome da grande maioria dos atletas do futebol brasileiro, que ganham até um salário mínimo. Os que ganham até um salário mínimo só trabalham três ou quatro meses no ano, só jogam competições estaduais. Então a cláusula compensatória não vai impactar a vida deles. Essa e uma série de outros assuntos que foram colocados precisam ser esclarecidos. No projeto de lei há benefício, mas também alguns prejuízos para os atletas, mas o todo, a indústria do futebol, é beneficiada na visão da Federação. É impossível uma legislação atender 100% dos interessados. O futebol precisa evoluir, melhorar sua gestão. Nesse processo, todos os envolvidos precisarão abrir mão de algo para ter um resultado melhor lá frente.
Mas neste caso a pandemia não está sendo utilizada como muleta? Em qualquer atividade econômica pode haver empresários que utilizarão a pandemia para não cumprir seus compromissos. Não é uma característica única do futebol, infelizmente. Temos bons e maus dirigentes.

Lewandowski nie nacieszy się Laurą. Polak w hotelu na kwarantannie

Robert Lewandowski dopiero co po raz drugi został tatą, a już musi myśleć o powrocie na boisko. Kapitan reprezentacji Polski już w sobotę stawi się w jednym z hoteli w Monachium, aby przejść obowiązkową kwarantannę przed wznowieniem Bundesligi.

Robert Lewandowski w środę pochwalił się w mediach społecznościowych zdjęciem swojej nowo narodzonej córki Laury. W stronę Lewandowskich powędrowały gratulacje od m.in. Kamila Glika, Agnieszki Radwańskiej czy Bayernu Monachium. Wobec narodzin drugiego dziecka, napastnik nie wziął udziału w treningu Bawarczyków. Jednak piłkarz nie będzie mógł długo nacieszyć się szczęściem.
Robert Lewandowski w kwarantannie
Okazuje się, że już w sobotę cały zespół rozpocznie tygodniową kwarantannę w jednym z monachijskich hoteli. Karl-Heinz Rummenigge w rozmowie z „Bildem” potwierdził tę informację. To jeden z warunków dotyczący powrotu Bundesligi. Dzień wcześniej kanclerz Niemiec, Angela Merkel zezwoliła na wznowienie rozgrywek w połowie maja. Dlatego zawodnicy spędzą tydzień w odosobnieniu.

- Chciałbym podziękować politykom, że dzięki ich decyzji mamy możliwość dokończenia sezonu Bundesligi. Cieszymy się z tego, że już od połowy maja będziemy mogli wznowić rozgrywki. Gwarantuje to, że rozstrzygnięcia zapadną na boisku, a nie przy zielonym stoliku – zaznaczył Rummenigge.

Kein Geld für Fussballer, die nur trainieren – ein fataler Entscheid für die SFL-Klubs

Ab Montag wäre es den Klubs der Swiss Football League erlaubt, mit dem Mannschaftstraining zu beginnen. Weil das Seco bei Trainingsbeginn die Anmeldung für Kurzarbeit aber nicht mehr erlaubt, bleiben die Trainingszentren am 11.Mai weitgehend verwaist.
Firma X beantragt Kurzarbeit, weil Krankenhäuser kaum mehr Operationen durchführen, der Produzent medizinaltechnischer Geräte dadurch keinen Absatz mehr hat und er deshalb keine Batterien mehr von der Firma X kauft. Firma X wird Kurzarbeit genehmigt. Denn im Bundesgesetz über die Arbeitslosenversicherung und die Insolvenzentschädigung steht: Mit Kurzarbeitsentschädigungen können Arbeitsausfälle entschädigt werden, die auf wirtschaftliche Gründe zurückzuführen und unvermeidbar sind.
Selbst Restaurants, die ab Montag wieder öffnen, aber das Platzangebot wegen der Sicherheitsmassnahmen reduzieren müssen, können Kurzarbeit beantragen. Aber beim Fussball sagt das Staatssekretariat für Wirtschaft (Seco): Njet! Selbst wenn die Kicker nurtrainieren, fliesst kein Geld mehr vom Bund zu den Profiklubs. Und wie ist es bei einem Zirkusartisten oder einem Musiker? Wird ihnen auch die Kurzarbeit verwehrt, wenn sie nur üben, aber nicht auftreten? Nein. Der Seco-Entscheid ist nicht nachvollziehbar. Und erist von enormer Tragweite für den Fussball.

Gewiss fehlt dem Fussball die Lobby in der Politik. Wofür er zu grossen Teilen – mangelnde Transparenz, Fanproblematik, abgehobene Attitüde – selbst verantwortlich ist. Aber so, wie ihm der Bund derzeit in die Beine grätscht, hat er es nicht verdient.



Allein schon mit der Aussicht, ab 8. Juni den Spielbetrieb wieder zuzulassen, hat der Bundesrat dem Fussball wirtschaftlich eher geschadet als geholfen. Erstens: Die TV-Gelder decken nicht die Ausgaben für die Geisterspiele. Zweitens: Mit einem bundesrätlichen Beschluss, die Fussballsaison abzubrechen, hätte die Liga gegenüberihren Partnern (TV-Stationen, Sponsoren) in den Verhandlungen um Restzahlungen eine rechtliche Grundlage.
⚠️ℹ️ Entscheid über Weiterführung der Meisterschaften am 29. Mai 2020.
Mehr Infos ➡️ http://www.sfl.ch 

⚠️ℹ️ Décision sur la poursuite des championnats le 29 mai 2020.
Plus d'informations ➡️ http://www.sfl.ch 

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30 Nutzer sprechen darüber
Und nun das Nein zur Kurzarbeitsentschädigung. Da macht es einerseits keinen Sinn, am Montag das Training wiederaufzunehmen. Und da macht es auch keinen Sinn, über Geisterspiele ab 19. Juni nachzudenken. Das einzig Sinnvolle ist jetzt: Übung abbrechen und weiter Kurzarbeitsentschädigung zu beziehen. Denn das Damoklesschwert schwebt auch so schon über etlichen Klubs. Die meisten Schweizer Fussballunternehmen halten sich neben dem volatilen Transfergeschäft mit Einnahmen aus dem Spielbetrieb über Wasser. Diese Quelle versiegt noch für Monate.

Es geht nicht darum, dem Fussball Sonderrechte zuzugestehen. Aber der Seco-Entscheid wirkt diskriminierend. Und: Erlegt entweder den Spielbetrieb für Monate lahm. Oder ertreibt einige Klubs in den Ruin. Oder beides.


Stimmen aus dem Schweizer Fussball zum Seco-Entscheid:

FCB-Captain Valentin Stocker:«Es war für uns Spieler eine sehr lange Zeit ohne Fussball und ohne den persönlichen Kontakt mit unseren Teamkollegen. Niemand wusste, wie lange die Pause andauert und darum ist die Freude umso grösser, dass wir nun bald wieder zurück auf den Platz dürfen.»
Aarau-Präsident Philipp Bonorand:«Falls am 29. Mai die 20 Profiklubs den Saison-Abbruch beschliessen, wäre der durch den Trainingsstart entstehende Aufwand nutzlos.»
FCL-Medienchef Markus Krienbühl:«Dieser Entscheid des Seco hat unmittelbar keine Auswirkungen beim FC Luzern. Wir werden in den nächsten Tagen entscheiden, ob wir am Montag mit demTraining beginnen oder nicht. Vorher sind noch Abklärungen zu treffen.»
FCSG-Präsident Matthias Hüppi:«Nach dieser langen Pause ist die Wiederaufnahme des Trainings für das Team als Gruppe wichtig. Was wir uns jetzt wieder erarbeiten, ist nicht für die Katz. Wir tun alles dafür, um bereit zu sein, sollte die Meisterschaft wieder losgehen.»
Wil-Präsident Maurice Weber:«Es wird wohl kaum ein Klub mit dem Training beginnen und damit auf Kurzarbeitgelder verzichten.»

#FC Thun verschiebt Trainingsstart um zwei Wochen

Weil die Swiss Football League erst am 29. Mai über die Weiterführung der Meisterschaften entscheiden wird, passt der FC Thun seinen Trainingsbetrieb an.
Der Tabellenletzte der Super League wird das Training erst am 25. Mai wieder aufnehmen. Der Klub aus dem Berner Oberländer hält sich die Optionen offen, den neu gesetzten Termin kurzfristig um eine Woche nach vorne oder hinten zu verschieben oder bei Abbruch der Meisterschaft komplett neu festzulegen.
Den Schweizer Profiklubs ist es ab nächstem Montag, 11. Mai, wieder erlaubt, unter Einhaltung der im eingereichten Schutzkonzept beschriebenen Sicherheitsmassnahmen das Mannschaftstraining aufzunehmen. Ab dem Zeitpunkt des Trainingsstarts können die Klubs jedoch im Falle von Kurzarbeit beim Bund keine Entschädigungen mehr beantragen.
Sollten die Meisterschaften in der Super League und Challenge League fortgesetzt werden, wären die ersten Partien am Wochenende vom 19./20./21. Juni vorgesehen.

Fem byten tillåts i #allsvenskan

Internationella fotbollsförbundet (Fifa) har beslutat att tillfälligt tillåta upp till fem spelarbyten, i stället för tre. Det gäller för serier som avslutas vid slutet av året, exempelvis allsvenskan och damallsvenskan.
Regeländringen är gjord för att hjälpa lagen som står inför många matcher på kort tid i coronakrisens spår, vilket kan slita mycket på spelare.
För att undvika många spelavbrott får byten ske tre gånger samt i halvtid.
- Alla saker som beslutas som är till fördel för att inte belastningen på spelarna ska bli så hög är ju bra, säger Stefan Alvén, sportchef för intresseorganisationen Elifotboll dam, till SVT.
Fifa och regelorganet Ifab ska senare bestämma om den här tillfälliga regeländringen ska förlängas, skriver Fifa i ett uttalande.
Det är upp till varje liga om man vill införa regeln eller inte.
Rättad: I en tidigare version uppgavs felaktigt vilka serier som den nya regeln gäller för. Rätt är att det gäller serier som avslutas senare under året.