quinta-feira, 19 de março de 2020

Em meio a pandemia, Sport faz força-tarefa para levar jogadores da base de volta para casa

Com uma ação multidisciplinar realizada nos últimos dias, cerca de 70 atletas do clube retornaram para as respectivas cidades onde residem


Diferentemente do futebol profissional, onde todos os jogadores moram no Recife, as categorias de base do Sport têm boa parte dos jogadores que vieram de outras cidades e residem no alojamento do CT José de Andrade Médicis. Com o clube completamente parado por causa da pandemia do coronavírus, o Leão precisou uma montar uma força-tarefa para devolver os atletas para as respectivas casas nesse período de quarentena.

Diante desse cenário, foi praticamente realizado um mutirão no clube, com funcionários das mais diversas áreas, com o intuito de realizar este procedimento, que engloba mais ou menos 70 jogadores dentre as categorias sub-13, sub-15, sub-17 e sub-20. O diretor da base rubro-negra, Luiz Gonzaga Pereira, explicou como se deu este retorno. 

“Diante dessa pandemia que assola o mundo, preocupados em zelar pela saúde e bem-estar dos nossos atletas, familiares e colaboradores, o Sport decidiu pelo retorno dos cerca de 70 atletas alojados para as suas residências. Conseguimos montar uma força-tarefa com a participação multidisciplinar de todos os funcionários do departamento de futebol de base, da diretoria médica, com psicólogo, nutricionistas, assistentes sociais, diretoria da base, todos trabalhando sob a supervisão do vice-presidente da base Neco Gayoso e do presidente Milton Bivar”, explicou o dirigente. 

As competições profissionais, assim como as de base foram suspensas por tempo indeterminado em Pernambuco. No estado, são 28 casos confirmados, sendo um no interior, em Belo Jardim. No Brasil, levando em conta os números das secretarias estaduais, são 529 casos. 


“Foram distrubuídos para a base kits com luvas, álcool gel e eles também foram orientados sobre como proceder nesse período de quarentena. Além disso, todo o estafe do clube permanece à disposição dos atletas e familiares para suporte em qualquer situação que esteja em nosso alcance”, finalizou Luiz Gonzaga.

Por questões particulares, Santa autoriza Chiquinho e Luiz Fernando a deixarem o Estado

Chiquinho teve que acompanhar a esposa em trabalho de parto, enquanto Luiz Fernando precisou ir à uma audiência, em São Paulo



Mesmo orientados e liberados para ficarem em confinamento social devido à pandemia do novo Coronavírus, dois atletas do Santa Cruz, por motivos particulares, solicitaram saída do estado e foram liberados pelo clube. Foram os casos do lateral esquerdo Chiquinho e do goleiro Luiz Fernando. O primeiro foi acompanhar a esposa, que está grávida e próxima ao parto, enquanto o segundo teve que resolver problemas na Justiça.   

A informação foi inicialmente divulgada pela Rádio Jornal e, em seguida, confirmada pela reportagem do Diario de Pernambuco, em entrevista com o executivo de futebol da Cobra Coral, Nei Pandolfo.  

“Eles não têm família aqui e pediram essa saída. Chiquinho foi ficar com a esposa, que está grávida e próxima ao parto. Luiz Fernando tinha uma ação na Justiça agendada antes mesmo desse problema, lá em São Paulo”, explicou o dirigente.

Os demais atletas tricolores seguem a cartilha disponibilizada pelo Santa Cruz com orientações sobre exercícios físicos a serem praticados pelos jogadores, alimentação e cuidados com a saúde. Na última terça-feira, inclusive, o Tricolor publicou, em nota oficial, a suspensão de todas as suas atividades até o final do mês.

Nei Pandolfo também acrescentou que, a priori, os atletas que estão em transição física, como é o caso do zagueiro Célio Santos e do atacante paraguaio Derlis Alegre, recém-contrado pelo Santa Cruz, vão retornar ao clube para treinar. No entanto, o dirigente reforçou que todas as medidas do clube serão pautadas no dia a dia, e que quaisquer novos posicionamentos sobre o coronavírus podem mudar o planejamento.   


“As decisões são de acordo com o andamento de situações. A gente não tem ainda um plano definido. Semana que vem retornam os atletas a treino em função de estarem em uma transição. E na última semana a gente programou que todos estariam retornando. Mas essas decisões vão ser tomadas de acordo com o dia a dia. A gente vai acompanhar os quadros gerais e as demandas governamentais”, encerrou.

Presidente se diz contra cancelamento do Estadual e diz querer decidir título 'em campo'

dno Melo se colocou contra o movimento de clubes do interior, que pedem o fim imediato do Campeonato Pernambucano por conta do coronavírus


As discussões em torno do futuro da edição 2020 do Campeonato Pernambucano, paralisado por conta da pandemia de Covid-19, devem render por um bom tempo. Embora clubes do interior do estado se mobilizem para pleitear o fim imediato da competição, a vontade não é uma unanimidade entre os participantes do certame. Ouvido pela reportagem do Diario de Pernambuco, o presidente executivo do Náutico, Edno Melo, se coloca radicalmente contra a ideia.


"Totalmente precipitada. Uma coisa desnecessária. Estamos no início de uma situação que ninguém sabe como vai ficar. Sinceramente, posso nem falar, para não distorcerem o que eu vou falar. Mas eu realmente sou totalmente contra. Acho que tem que ter o campeonato", declarou o presidente, antes de argumentar.

"Só faltam quatro datas (no caso cinco, pela final ser disputada em jogos de ida e volta) e uma única rodada agora da primeira fase, mais a quarta-de-final, semifinal e a final. Ou seja, não tem a necessidade nenhuma desse tumulto no Campeonato Pernambucano", completou.

Para Edno Melo, o fato do Pernambucano não ser a única competição paralisada também influencia na deliberação. "Todos os campeonatos pararam. Não foi uma coisa pontual, não foi algo criado para acontecer. Muito pelo contrário. Acho que o momento é justamente de se precaver e não passar a doença adiante, não propagar esse vírus. Os times do interior estão indo em contramão a qualquer situação", alega.

O mandatário alvirrubro promete ainda "lutar" para que o Campeonato Pernambucano siga em momento oportuno. "Se existe alguma dificuldade (para os clubes do interior), a gente senta, conversa e vê a melhor maneira de se fazer. Mas acabar o campeonato, eu sou totalmente contra e vou lutar para que não aconteça isso. Para que esse campeonato seja decidido dentro de campo. É uma situação muito precipitada. Não vejo nenhum motivo para isso", reiterou.


FC Augsburg plant Training ab Montag


Der FC Augsburg will wieder trainieren lassen
© kolbert-press/Christian Kolbert via www.imago-imag
Der FC Augsburg will wieder trainieren lassen
Der FC Augsburg will das derzeit ruhende Mannschaftstraining am Montag "in Gruppen auf dem Platz" wieder aufnehmen. Das bestätigte Geschäftsführer Sport Stefan Reuter bei "Sky Sport News HD". Dies geschehe "natürlich unter Einhaltung der Vorsichtsmaßnahmen", betonte er.
"Jeder Profisportler will sich, so gut es geht, fit halten. Wenn er zwei Tage Ruhe geben muss, wird er unruhig, und es kribbelt", sagte Reuter über die aktuelle Zwangspause wegen des Coronavirus. Es sei "für jeden Spieler angenehmer, auf dem Platz was zu machen. Das sind Fußballer, die haben gerne den Ball am Fuß."
Besonders anspruchsvoll sei die Herausforderung für Augsburgs neuen Trainer Heiko Herrlich, der seine Mannschaft wegen der Aussetzung des Ligabetriebs in noch keinem einzigen Spiel betreuen konnte. "Er wollte was bewegen, für Stimmung im Stadion sorgen, dass die Mannschaft wieder so auftritt, wie es über Jahre der Fall war und es die Fans sehen wollen. Das ist aktuell schwierig", sagte Reuter.
Der Weltmeister von 1990 prophezeite den Bundesliga-Klubs große wirtschaftliche Einschnitte. "Das wird uns wie alle anderen finanziell stark treffen", sagte er, konkrete Zahlen seien aber "nicht abzusehen". Auch der Transfermarkt werde sich "drastisch verändern". Für Überlegungen, die 50+1-Regelung zu lockern, sei es jedoch "nicht der richtige Zeitpunkt".
Das Ziel bleibe, die Saison zu Ende zu spielen, "daran werden wir alles setzen". Der 53-Jährige hat "große Hoffnung", dass dies gelingen wird.

Monchi: "Esta temporada era de cimentación"

Con una mezcla rara, provocada por la reclusión en casa, las competiciones paradas, la plantilla sin entrenar... Ramón Rodríguez Verdejo, Monchi, celebró el primer aniversario de su vuelta quizá con más tiempo para pararse a analizarlo todo. Lo que está en su mano y lo que no lo está.
Y entre estas últimas cosas figuran, lógicamente, las decisiones que por la crisis mundial por el coronavirus se tienen que tomar. La primera medida, suspender todos los torneos, algo que Monchi entiende. “El fútbol tenía que parar, era el final más lógico. Ha reinado la cordura en Europa y en el mundo. Prácticamente el 100% de los campeonatos van a estar parados. Prima la salud de todo el mundo por encima de cualquier otro interés particular”, comentó el director general deportivo sevillista a los medios del club desde su domicilio.



Monchi insiste en que hay que tener paciencia con las decisiones que haya que tomar en lo que se refiere a la reanudación de las diferentes competiciones. “Creo que tenemos que dejar trabajar a los profesionales. Ahora mismo volver a pensar en el fútbol es una isla dentro de todos los problemas que hay, gente que está muriendo, problemas económicos, etcétera”, matiza el de San Fernando, que fue el encargado de dar la noticia a la plantilla de que se suspendían los entrenamientos por fuerza mayor, algo que también tuvo que hacer con el resto de equipos de la cantera.
“No fue una charla fácil, no tiene que ver con mi trabajo. Tuvo que aparecer otro Monchi y se transmitió que esto no eran unas vacaciones y que había que ser consecuente en las actuaciones de cada uno. El futbolista profesional se somete muy bien a la disciplina y el mensaje ha sido captado de la mejor forma posible. Ahora tenemos un conocimiento diario de todo lo que están haciendo nuestros jugadores de cantera y profesionales. Temperatura, sensaciones, etc. Hay un trabajo muy bien hecho que nos permite actuar si hay alguna anomalía y, sobre todo, pensando en la vuelta”.
Pero el parón obligado permite a Monchi reflexionar con más perspectiva sobre todo lo que ha pasado en un su primer año desde su vuelta, una efemérides que se cumplió este martes: “Ha sido todo muy rápido e intenso. Pienso que muchas de las cosas que tenía en la mente en el día que volví se han cumplido. El club ha crecido mucho mientras estuve en Roma y ahora estamos con la ilusión de poder seguir creciendo en el futuro y situar al Sevilla en la vanguardia del fútbol europeo”.
El ex guardameta habla de un futuro grande y, sin nombrarlo, apela a ese plan estratégico a cinco años que marcará un crecimiento real. “En el fútbol los tiempos son difíciles de manejar, el presente se lo come todo. La clasificación semanal tapa cualquier tipo de mensaje a corto o medio plazo. Este proyecto que se inicia con mi vuelta es para cimentar un futuro importante, para poner las bases para seguir creciendo en el éxito deportivo. Una primera cimentación era la temporada actual, en la que estoy satisfecho con lo hecho hasta ahora, sabiendo que era muy difícil con todos los cambios hechos en verano”, explica, al tiempo que valora el trabajo realizado por Julen Lopetegui pese a las críticas recibidas: “El trabajo del entrenador ha sido clave encajando las piezas en un plazo de tiempo tan corto. Era clave también el presidente y el consejo de administración para afrontar toda esta revolución. Ahora, lo que queda por delante es ilusionante y estamos en ese camino”.
Por último, el máximo responsable técnico del club se refiere a la exigencia, a veces desaforada, de la afición, una de las claves del crecimiento. “La exigencia es una de las palancas con las que el Sevilla ha crecido, va en nuestro gen. La combinaría con otra serie de cualidades, como la unión, la madurez, la confianza, etcétera. La exigencia sola no tendría retorno. Esto, bien entendido con la razón, bienvenido sea. Este proyecto en los últimos años siempre ha tenido exigencia y humildad. Hemos tenido capacidad para asumir en cada momento los roles necesarios. La exigencia no se puede perder, pero tampoco se puede transformar en frustración”, recuerda.
En este sentido, hace un análisis sobre los objetivos marcados para el final de la temporada. “No ir a la Champions no sería un fracaso. Yo quiero ir, me despierto soñando con eso todos los días, pero quedar los quintos no es fracasar, es algo mejorable”, concluye el director deportivo del Sevilla en su visión.

Vender o no, un matiz en el modelo de negocio

 

Premier League to discuss plans to complete season

Premier League clubs will attempt to hammer out a plan to complete their suspended season when they meet via a conference call on Thursday.
English football is in lockdown as part of the worldwide bid to slow the spread of the coronavirus.
Top-flight fixtures have been suspended until April 4 at the earliest and while it seems certain that the lay-off will be extended, the postponement of the Euro 2020 finals has created room for manoeuvre.
It is understood the focus at the meeting will be on concluding the 2019/20 campaign at some point rather than on what might happen should they be unable to restart.
There are signs that clubs are split on the way forward.
Brighton and Hove Albion chief executive Paul Barber said if the season were to be "frozen" it would be unjust on Liverpool, who are on the brink of their first top-flight title for 30 years.
But West Ham vice-chairman Karren Brady said if the fixtures could not be completed, the only fair solution would be to declare the season "null and void".
Some clubs lower down the English football pyramid fear they could be forced out of business if football does not return until after the summer.
The English Football League (EFL) has already announced a £50 million ($58 million) short-term relief package to help out struggling lower league clubs.
Underlining the parlous state of some clubs, Scottish Premiership side Hearts announced that it had asked staff to take a 50 percent pay cut.
In a statement on the club's official website, Hearts owner Anne Budge said: "In order to try to prevent a staff redundancy programme and to protect as many jobs as possible, I am proposing to implement a club-wide salary reduction programme.
"We have asked all full-time employees, managers, coaches, players and player back-room staff, with effect from the beginning of April, to accept a 50 percent cut in their monthly salary."
She said she did not know how long the measure would be in place for.

quarta-feira, 18 de março de 2020

The 5 MLS academy coaches ready to make the jump to the first team | Travis Clark

As youth academies have grown and thrived in different corners of the country, their coaches are finally getting the chance to work their way up the coaching ladder, and perhaps has far as an MLS head coaching role.
Luchi Gonzalez became the first academy coach to hit that top rung, going from FC Dallas academy coach to academy director to first team head coach. Shortly thereafter, Freddy Juarez became the first coach to hit every step on his way up the ladder, going from Real Salt Lake's youth academy to its USL squad to now RSL's top coach.
Eventually others will surely follow. But who? Well, Gianni Cimini (Toronto FC), Matthew Lawrey (Atlanta United), Luciano Fusco (San Jose Earthquakes), Dennis Sanchez (Columbus Crew SC) and Victor Pastora (Inter Miami CF) are among our honorable mentions. As for our top five up-and-coming coaches to know, read below.

5) Nate Baker, D.C. United (2nd year)

Title: Under-17 Coach/Director of Scouting
Previous Jobs: Navy (Assistant), Omaha (Assistant)
Playing Career: American University (College), Real Maryland, Harrisburg City Islanders 
Still a rising coach in the academy ranks, Baker is in the second season of a stint coaching the D.C. United U-17s and handling the scouting duties for the entire Academy. A sharp soccer mind that is practical with the way he looks to try and play, Baker worked with a handful of D.C.’s recent Homegrown signings, including Moses Nyeman and Kevin Paredes. His coaching career prior to D.C. includes an impressive assistant stint at the Naval Academy, where he helped head coach Dave Brandt turn the program around. There, he worked with Joseph Greenspan, who was the USL Championship Defender of the Year in 2019. Baker also spent time as an assistant coach at Omaha, where he helped the program make it to the NCAA tournament in 2017, the first time in school history.
Also, within the D.C. organization, Ryan Martin’s work with Loudoun United — he took over last season after having been the Academy Director at D.C. — is worth a mention. Martin has a clear and precise playing style, where he looks to play attractive soccer within the confines of a roster the features several amateur players and young Homegrown signings.

4) Jeff DeGroot, Chicago Fire FC (3rd year)

Title: Under-17 Coach
Previous Jobs: University of Chicago (Assistant), Greater Libertyville Soccer Association (Director of Coaching), Loyola-University Chicago (Assistant)
Playing Career: DePaul (College), Dayton Dutch Lions
After a couple of assistant coaching stints at a couple of college programs, DeGroot joined Chicago Fire FC in 2017, and has led one of the top teams in the Development Academy during the 2019-20 season.
The Fire’s Under-17 team fared equally as well in the two Generation adidas Cup qualifying weekends. Deploying an attack-minded style with several standout prospects, DeGroot’s done a great job of ensuring a talented team lives up to its ability. Over the past week, the Fire ended up promoting a trio of academy players from its Under-17 team to Homegrown deals, including Javier Casas, Alex Monis and Brian Gutierrez. Those three are just a small sample of players that have been setup to succeed by DeGroot.

3) Sean McCafferty, New York Red Bulls (1st year)

Title: Academy Director
Previous Jobs: Barca-AZ Residency, Continental FC Delco
Playing Career: Peterborough United, Finn Harps FC, Limavady United
Coming over to the New York Red Bulls Academy last summer, Sean McCafferty helped build the Barcelona Residency Academy in Arizona in the three years prior to that. His player identification success includes Matthew Hoppe, who signed with Schalke in 2019, LA Galaxy defender Julian Araujo and Caden Clark, a rising prospect that joined New York Red Bulls II earlier in the year.
Sean McCafferty helped identify Julian Araujo, above, who signed a Homegrown Player contract with the LA Galaxy in 2019 | USA Today Sports Images
McCafferty’s success at building programs across the board makes him an ideal coaching candidate, although at Red Bulls he will obviously have less wiggle room when it comes to implementing a playing style. Working as the conduit between the first team staff and academy is a critical role, and as he finds success, another team could show interest down the road.

2) Matt Pilkington, NYCFC (7th year)

Title: Under-19 Head Coach
Previous Jobs: D.C. United Academy, Bethesda-Olney SC, Downtown SC
Playing Career: George Washington (College), Richmond Kickers
Few coaches in the country can match Pilkington in terms of the players that he’s moved on to the pro ranks. He coached several current pro players while with Bethesda-Olney, including Jeremy Ebobisse, and was quickly hired by New York City FC to help the academy launch.
The Portland Timbers' Jeremy Ebobisse, above is among the more than half-dozen pro players Matt Pilkington coached while at his time at Bethesda-Olney | USA Today Sports Images
Since then, the team has signed Justin HaakTayvon GrayJoe Scally and James Sands, among others. He’s coached the Under-19 team to back-to-back Development Academy championships, proving that he can win, develop players while coaching a team to attack in a well-drilled, organized manner.

1) Chris Little, Seattle Sounders (4th year)

Title: Tacoma Defiance Head Coach/Academy Director of Coaching
Previous Jobs: UNC Pembroke, NC Youth Soccer Association, Elon University
Playing Career: UNC Pembroke (College), Wilmington Hammerheads
Little has climbed the ladder from the college coaching ranks all the way to the Head Coach gig at Tacoma Defiance, The Seattle Sounders' USL Championship affiliate. Originally from Scotland, he came to the United States to play college soccer at UNC Pembroke. Since then, he’s made his way up the ladder, eventually going from Elon University to a gig with the Sounders Academy.

Since joining the Sounders in 2017, where he coached the Under-17 squad to the 2017-18 DA Championship, coaching 20 Academy players that have been called up to various U.S. youth national teams. Eight players from his U-17 teams have inked deals with the Defiance. At the start of 2019, he was promoted to head coach of the Defiance, where he just started his second season prior to the league’s pause. The experience with the Defiance, and if he can continue to develop players and ideally improve results — at least to an extent — a head coaching role in the league can’t be too far behind.